Laboratórios

Laboratório de Micropropagação e Transformação de Plantas (LABMIT)

O Labmit possui tradição em pesquisas de micropropagação, conservação in vitro de espécies ameaçadas e análise da estabilidade genética do material produzido in vitro com o uso de marcadores moleculares, desenvolvendo trabalhos em colaboração com a Embrapa, a ESALQ (USP) e o Jardim Botânico. Mais recentemente, o grupo tem investido também em estudos sobre a produção de metabólitos in vitro.

Laboratório de Biotecnologia de Plantas (LABPLAN)

O LABPLAN desenvolve projetos sobre a micropropagação de espécies de interesse medicinal, ornamental e/ou ocorrentes em áreas ameaçadas, além da produção in vitro de metabólitos secundários. Os protocolos envolvem a avaliação das respostas fisiológicas das plantas obtidas por germinação e por propagação sob condições in vitro, viabilizando a produção de mudas selecionadas, em tempo reduzido, independentemente de variações sazonais ou condições climáticas. Tanto as plantas oriundas do ambiente natural, quanto o material produzido in vitro são investigados com relação ao seu potencial medicinal e perfil fitoquímico, por meio de colaborações com outros departamentos da UERJ e também com instituições externas, como a UFRJ e a Fiocruz.

Laboratório de Pesquisa de Produtos Naturais (LPPN)

O Laboratório de Pesquisa de Produtos Naturais, construído com recursos da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro – FAPERJ (processo E-26/110.575/2009) teve sua obra finalizada em dezembro de 2010 e já se encontra com a infra-estrutura totalmente instalada, composta por diversos equipamentos obtidos por diferentes projetos envolvendo a participação de docentes da PGBV.

Laboratório de Análises Moleculares em Plantas (LAMP)

O Laboratório de Análises Moleculares em Plantas ocupa uma área de 15 m2, no 6º andar do Pavilhão Haroldo Lisboa da Cunha, dispondo ainda de espaço e equipamentos de uso comum do Departamento de Biologia Celular, localizado no 2o andar do mesmo prédio. O espaço é utilizado para análises moleculares em plantas.

Laboratório de Marcadores Moleculares em Plantas (LMMP)

O Laboratório de Marcadores Moleculares em Plantas, construído com recursos da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro – FAPERJ (processo E-26/110.575/2009) teve sua obra finalizada em dezembro de 2010 e já se encontra com a infraestrutura totalmente instalada. O espaço é utilizado para a realização de análises genéticas baseadas em marcadores moleculares.

Laboratório de Imunologia Aplicada e Bioquímica de Proteínas e Produtos Naturais (LIA-BPPN)

Os profissionais do LIA-BPPN possuem experiência em diferentes áreas da pesquisa, permitindo o desenvolvimento de inúmeras metodologias na área de etnofarmacologia e farmacologia bioquímica e molecular. Nele são desenvolvidos ensaios pré-clínicos in vitro e in vivo, envolvendo estudos toxicológicos, fitoquímicos e farmacológicos. São objetos de estudo amostras de origem vegetal e produtos obtidos ou modificados por síntese orgânica. Os ensaios farmacológicos in vitro incluem teste de citotoxicidade, produção de mediadores da inflamação (NO, LTB4) e resposta imune (citocinas), fenotipagem celular por citometria de fluxo, ação anti-tumoral, análise de ciclo celular e morte por apoptose de células do sistema imune, linhagens celulares tumorais e não tumorais, expressão gênica por RT-PCR convencional (semi-quantitativo) e PCR em tempo real (quantitativo), imunocitoquímca e imunofluorescência. Os ensaios in vivo incluem resposta de hipersensibilidade tardia (resposta imune celular), resposta imune humoral, inflamação aguda e crônica, artrite, toxicologia aguda, sub-aguda e crônica. Nos ensaios toxicológicos in vivo são avaliados hemograma completo, bioquímica clínica e análise histopatológica. Os outros modelos experimentais são acompanhados de análises de fluidos biológicos, células e tecidos, por contagem, marcação fenotípica, expressão de mRNA, histopatologia.

Laboratório de Radio e Fotobiologia

O laboratório ocupa uma área de 33 m2 no 4º. andar do Pavilhão Américo Piquet Carneiro e desenvolve pesquisas em reparo de DNA e potencialidade citotóxica, mutagênica e antioxidante de produtos naturais e de síntese. São realizadas varreduras dos produtos em estudo através de testes de inativação bacteriana com cepas portadoras de diferentes capacidades de reparo do DNA; transformação; ensaios de mutagenicidade com Allium cepa e mutoxiteste; eletroforese em gel de agarose de DNA plasmidial; eletroforese em gel alcalino e; ensaio do cometa.

Laboratório de Anatomia Vegetal

Os estudos em anatomia vegetal têm sido realizados no sentido de relacionar a estrutura dos vegetais aos diferentes mecanismos de colonização, estabelecimento e desenvolvimento em ambiente natural. Nesse aspecto, grande ênfase tem sido atribuída à inter-relação dos fatores ambientais e a estrutura anatômica dos vegetais. Esses fatores exercem tão forte influência sobre as características estruturais dos vegetais que podem modificar sua estrutura e propriedades (tecnológicas, medicinais etc.) e mesmo, intensificar ou reverter tendências filogenéticas estabelecidas. A linha de pesquisa Anatomia e Ecologia de Espécies Arbóreas da Floresta Atlântica foi implantada na UERJ no ano 2000 e as pesquisas desenvolvidas visam elucidar aspectos anatômicos e do desenvolvimento de espécies vegetais em remanescente da Floresta Atlântica no estado do Rio de Janeiro. A linha de pesquisa está estruturada sob duas vertentes de atuação: (1) caracterização anatômica em associação à taxonomia, à filogenia e à determinação de variações no fenótipo decorrentes de pressões ambientais distintas e (2), identificação de padrões de crescimento radial e de ritmos fenológicos em ambiente natural e de plantio (dinâmica de desenvolvimento). Apresenta um projeto aglutinador Estudos Anatômicos em Espécies da Floresta Atlântica no Estado do Rio de Janeiro: variação fenotípica e periodicidade do crescimento radial, com quatro subprojetos subordinados em andamento. O projeto é interdisciplinar e multi-institucional e vem sendo desenvolvido em diferentes Unidades de Conservação do Estado.

Laboratório de Ecologia e Fisiologia do Fitoplâncton (LabAlgas)

Desde 2005 o LabAlgas desenvolve pesquisas na área de ecologia do fitoplâncton continental. Os projetos em desenvolvimento objetivam, através de estudos de campo e de laboratório, determinar as principais associações fitoplanctônicas. Estes estudos ecológicos são pautados em grupos funcionais (associações), os quais se baseiam em atributos ecológicos, morfológicos e fisiológicos das espécies que potencialmente e alternativamente podem dominar ou co-dominar no sistema. O foco principal é o grupo das cianobactérias que têm cada vez mais se tornado dominante em sistemas eutrofizados. São realizados ensaios experimentais em laboratório para estudar as principais características ecofisiológicas de cepas de cianobactérias, visando identificar os fatores controladores do seu crescimento, contribuindo para aumentar o conhecimento sobre os mecanismos controladores das florações de cianobactérias em reservatórios e servir de suporte ao controle dos problemas ambientais e de saúde pública relacionados às estas florações.

Laboratório de Taxonomia de Vegetais Vasculares

Desenvolve projetos na área da taxonomia de fanerógamos, particularmente, com a família Asteraceae. A metodologia empregada é a usual em estudos de taxonomia, tais como, coleta de material no campo e preservação de parte do vegetal (flores e folhas) em álcool 70ºC. No Laboratório o material é prensado, herborizado e identificado com auxílio de bibliografia e comparação com espécies já identificadas. Em parceria com o Museu Nacional/UFRJ, o laboratório também desenvolve o projeto Palinotaxonomia de espécies brasileiras de Asteraceae.